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Use o Copywriting para vender o seu produto ou serviço!

Percebeu o que fizemos com o título deste artigo?! Pois é, o copywriting no marketing digital é isto mesmo! Uma técnica de texto publicitário que visa levar alguém a abrir um artigo, saber mais sobre um produto, comprar, dirigir-se à sua loja, ou seja… que leva uma determinada pessoa a tomar uma ação!

E qual é a utilidade desta técnica?! O marketing digital, assim como as outras técnicas de marketing, tem como objetivos, atrair, encantar e fidelizar clientes. O que faz com que a persuasão seja uma técnica bastante útil para atingir estes objetivos.

Dito assim, parece uma coisa má, levar o outro a agir, persuadir, convencer, mas calma! O copywriting vai apenas, com base no que conhecemos do nosso público alvo, acrescentar valor e transmitir o que o público quer e precisa. Ou seja, é mais um jogo de reconhecimento e satisfação de necessidades, do que obrigar alguém a tomar uma ação. Quem não padece da necessidade, não se irá sentir persuadido a agir. 

Reconhecer uma “dor” e oferecer a “cura”

A base para escrever um bom copy é conhecer as “dores” do seu público-alvo. As dores são aquilo que o incomoda ou aquela necessidade que precisa de ser satisfeita. Esta necessidade pode tanto ser ao nível material ou sentimental. Para perceber mais sobre o que são as dores vejamos, a título de exemplo, a situação da Joana…

A Joana é uma pessoa que faz muitas viagens de trabalho, e aproveita sempre para conhecer novos países e culturas. Ela apenas pode levar a sua mala de trabalho e algumas peças de roupa para cada viagem. No entanto, a Joana gosta imenso de tirar fotografias durante a sua viagem e publicar nas suas redes sociais, pois gosta de partilhar o que vai conhecendo. Assim, utiliza o seu smartphone para fotografar, já que não seria prático transportar uma câmera profissional.

O smartphone da Joana já tem 3 anos, e ela sempre que tira uma fotografia, percebe que a qualidade já não é a mesma de quando comprou o equipamento. Ou seja, começa a sentir a dor de já não conseguir publicar as fotos maravilhosas que costumava tirar…

Um dia, estava a navegar no Instagram e encontrou uma publicação da marca phone, em que mostrava a grande capacidade da câmera, que o seu modelo “X” tinha. A publicação tinha um link que dizia “Veja as 10 melhores fotos que os amantes de viagens tiram com o phone X”! A Joana abriu e foi direcionada para um post de blog onde, ao ver todas aquelas fotos, ficou com o “bichinho” para comprar um novo modelo de smartphone com câmera atual.

Neste caso, a phone viu no mercado um grupo de Joanas e decidiu pegar nas duas “dores” e elaborar uma publicação com um copy que apelasse a esta necessidade específica. É assim que os copywriters “jogam” com as dores do público-alvo.

Mas atenção… Copywriting não é inundar as pessoas de publicações que vão resolver todas as suas dores! É preciso pesquisa e foco.

Quem é o seu público-alvo e quais são as suas dores?!

Já percebeu que, em praticamente todos os nossos conteúdos, falamos do público-alvo… e no copywriting não há exceção. A sua empresa vai vender para alguém, por isso, todas as técnicas de marketing, e comerciais, vão de encontro sempre à mesma premissa, conhecer o seu público-alvo!

Quanto mais informação tiver sobre este grupo de pessoas e quanto mais específica essa informação for, mais acertados são os seus esforços de marketing.

Independentemente do seu setor, o que vende tem como objetivo satisfazer necessidades materiais ou emocionais de um grupo de pessoas, a chave é saber quais são essas necessidades e escrever material publicitário que incida sobre o assunto.

Descubra quem são as suas Joanas e que dores têm! Temos para si um ficheiro preparado para o ajudar a criar a sua persona, pode consultar aqui.


Veja aqui as nossas dicas para um bom copy

Como é já habitual, não estamos aqui apenas a mostrar-lhe o que é e as vantagens de trabalhar o seu copywriting. Queremos mesmo que use e abuse destas técnicas de marketing, e que estão ao alcance de todos. Para isso, reunimos um conjunto de dicas:

Utilizar hooks (gancho)

Não se esqueça que o seu público-alvo vai estar a ser inundado com informações de outras “500” marcas diariamente. Devido a isso, tem ali uma janela de atenção muito curta.

O título do artigo ou o texto em destaque na publicação tem de chamar à atenção do público-alvo e criar aquela urgência em parar e abrir.

Lembre-se do caso da Joana… “as 10 melhores fotos que os amantes de viagens tiram com o phone X”!

Transmitir sempre informação verdadeira

Ser um bom copywriter é ter argumentos tão bons, que levam a pessoa agir. Não é, de todo, utilizar informação falsa para induzir em erro… isso nunca é bom para a imagem de uma marca! Concentre-se nos benefícios reais do seu produto/serviço que vão resolver as dores de quem o comprar.

Já imaginou o que aconteceria se, quando a Joana comprasse o phone X, fosse tirar as suas fotografias, e estas não tinham a mesma qualidade que a phone mostrou nos seus artigos?!

Fale diretamente para o seu público-alvo

Coloque-se na realidade do seu público-alvo e utilize um tom e vocabulário percetível e acessível a todos. Só assim, o leitor se vai identificar e relacionar-se com a sua marca, pois sente que pertence. No entanto, isto não quer dizer que o seu copy seja básico. O segredo é um texto rico em informação de valor, numa escrita simples, adequada ao público que quer atingir.

Para criar empatia, pode fazer perguntas ao público-alvo e mostrar que entende as suas dores.

No caso da phone, a Joana acabou por ver outro conteúdo que dizia: “gosta de tirar fotografias em viagem, mas não tem espaço para uma câmera profissional na sua mala?! Veja o que pode fazer com um smarphone”.

Se tem tempo e criatividade, invista em storytelling!

O storytelling é uma forma excelente de criar empatia com o público-alvo. Num artigo anterior, explicámos tudo o que precisa de saber e como utilizar esta técnica. Pode ver aqui.

Jogue com triggers (gartilhos)

Já passou por alguma publicação, anúncio de TV, outdoor, publicação em redes sociais que lhe criasse no imediato, a necessidade de agir? Pois é, quase de certeza que teria dado de caras com um trigger.

A Joana tomou a decisão de finalmente se dirigir à loja da phone para saber mais sobre o modelo X quando viu um outdoor na sua cidade em que o seu blogger de viagens favorito estava a utilizar um phone X na sua última viagem.

Nesse caso, o gatilho foi o da autoridade! Ela viu alguém que admirava a utilizar o produto numa situação semelhante à sua, e decidiu avançar com a compra.

Quais são então os triggers que pode utilizar?!

  • Escassez – já reparou que algumas lojas incluem “últimas unidades” no copy de alguns artigos?! É verdade, estão a apelar à escassez de artigos para o levar a comprar, antes que esgote!
  • Autoridade – Quem alguma vez foi ver um vídeo de um youtuber de tecnologia para decidir, por exemplo, que smartwatch de desporto comprar?! Como alguém entendido no assunto, utiliza, deve ser bom!
  • Prova social – “quem adora viajar leva sempre o seu phone X para nunca perder um momento” se a comunidade leva o seu produto, é porque é bom e eu vou também experimentar levar.
  • Afinidade – criar empatia ao mostrar que entende a necessidade do público-alvo. Isto elimina a distância que existe entre a sua marca e o leitor, ele sente que pertence.
  • Segurança – às vezes o público apenas quer sentir que ao utilizar o seu produto, está a ter menos riscos, isso causa em si, um sentimento de segurança. “o João tira as suas fotografias com smartphones da phone há 8 anos”.

Estes são os principais que nós achamos mais cruciais, mas existem muito mais, basta pesquisar um pouco ou utilizar a sua própria criatividade para criar triggers nas suas publicações!

Claro, CTA – Call to Action, levar a agir!

Depois de atrair o leitor, agarrá-lo com o hook e despertar nele um sentimento com o trigger, está na hora de o levar a agir. Isto é, levá-lo a fazer aquilo que espera que ele faça depois de visualizar o seu conteúdo.

Este é outro pronto que não nos cansamos de referir nos nossos conteúdos sobre marketing de conteúdo.

Incluir o CTA não é só importante para converter o leitor, mas também para que tenha forma de medir a eficácia dos seus conteúdos, neste caso, do seu copy. Se pede ao leitor que deixe os seus contactos, por exemplo, e muito poucas pessoas deixam, é porque provavelmente o leitor não vê benefício nenhum em deixar os seus contactos. Para lhe pedir para agir, tem de lhe oferecer algo de valor.

Uma boa forma de recolher contactos, por exemplo, é oferecer algo. Por exemplo, “obtenha o nosso ebook gratuito sobre fotografia em viagem com o phone X”, aí a Joana deixa os seus contactos e recebe no seu email o ebook.

Não se esqueça de medir os resultados!

Sublinhamos a importância de saber se os seus esforços de marketing estão a ter os resultados esperados. Por exemplo, no caso da eficiência do copywriting, é importante avaliar a permanência na sua página, as conversões ou taxas de clique (CTR).

Teste e avalie os seus conteúdos para alinhar as suas estratégias. Fique atento, e em breve lançamos um artigo que o vai ajudar a medir os seus resultados e avaliar a eficiência das suas estratégias! Bem, este artigo já vai longo e já lhe demos as ferramentas necessárias para começar a trabalhar o seu copywriting. Partilhe connosco as suas questões neste assunto e também as suas dicas! Estamos sempre todos a aprender 😊

Para um próximo conteúdo, podemos partilhar consigo também, aquilo que não deve fazer num bom copywriting…

Não se esqueça, se achou este artigo interessante, subscreva aqui as nossas notificações e, se tiver alguma sugestão ou questão, envie-nos mensagem!

Até breve…

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